segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Eu sou nova aqui...

“Sou nova aqui!, mais to aqui faz tempo... E quero ver onde vai dar... Mais... Deixa.. Deixa....”



E como já não era sem tempo... Eu e meus questionamentos...

Quando morrer, ao menos tentei expressar sempre minha revolta, que não tem mesmo mais volta, deixa a vida andar...



Já perceberam como a humanidade esta egoísta, mesquinha, individualista...

Dar passagem a você no transito virou motivo de chacota, a pessoa tem que ser mesmo durona, ficar lá, na sua fila...

Esses dias eu passava pela rua atrás do prédio do meu serviço e me deparei com um casal de velhinhos, mão dadas, olhando a todos os lados...

O senhor extremamente preocupado com sua senhora, do lado certo da calçada (a maioria dos homens nem sabem o que é isso)...



Neste momento eu vi a alteração de valores da nova geração (RS da minha, e das próximas)... Lembre-me das baladas, do transito, dos supermercados... Pensei que esta humanidade não aprende nada com os mais velhos, que daqui a alguns anos, ou melhor amanhã, já não teremos esse tipo de casal, já não conseguimos nem casais kkkkk...



Tudo virou moda, todo mundo igual, beber até cair é moda, quanto mais marca (carro, tênis, balada, restaurante, status, status) é moda, se você não tem um carro esta fora (E dependendo da escala, avaliam até qual carro você tem), se não estiver nos padrões (Luzes no cabelo, cabelo arrepiado, tudo de fora, corpo sarado)... Se não fumar aquele narguilé, não virar a tequila, não tomar as balas na rave...

São egoístas a ponto de te elogiarem na frente do chefe e meterem o pau pelas costas...

São egoístas a tal ponto de estarem com você, e com mais dez pessoas ao mesmo tempo, porque cada uma agrega um tipo de valor, e o melhor vence...

A vida virou jogo...

Quem não seguir padrões cai fora do caminho!

Os meus amigos terão que aprovar meu carro não eu, vou namorar aquele cara porque minhas amigas gostaram não eu, vou para aquele emprego porque o glamour de lá me dará status...



Escuta, essas são as pessoas que jogavam queima ou queimada na rua, futebol, pega-pega, que se metiam na briga pra salvar seu amigo...

Que achavam super legal festinhas de fim de ano na escola, de brincar com quem iriam se casar no futuro, que faziam planos... Que fingiam ser a Barbie, que lutavam como o Jaspion...



Onde se perdeu a sensibilidade das pessoas?

Cresceram... Mais crescer será ser assim?



Será a crise financeira? rs...

Ser como todo mundo, é virou commodities, in natura, primário e o negócio é inovar?



Estamos todos como "nossos sucos de laranja na caixinha"...



Nascemos no Brasil, somos levados para fora, industrializados e nos vendemos, pois agora temos uma caixa, um lacre de abertura... (não deixamos de ser suco da laranja Brasileira, MAIS IMAGEM É TUDO).



Estamos nos vendendo por status.



Será segmento, tendência?...



Sem falar de Deus, “Você tem religião?”, aff você não é normal.



Virou moda forçar preferências...



Esses dias, ouvi aqui no serviço, que na frente da USP criaram o dia do beijo Gay, um casal, resolveu dar um beijão de língua, pois tiveram uma conduta (transaram em uma festa, em um local público e foram expulsos, não por serem gays, e sim pelo local da festa), criaram a tal data pra expor que foram ofendidos com a retirada da festa...

Perai?

Não é porque eram Gays que foram retirados, e sim porque o lugar era público, tal sentimento de inferioridade, de pré-julgamento já cria tal atitude errada, que vira MODA.



Devem defender seus direitos, se apanham na rua, se são humilhados e não abusar da situação pra fingir preconceito.



E as cotas...

Ah que isso de cotas...



Eu e minhas irmãs estudamos anos a fio, passamos em quase todos os cursos, não somos ricas, um sujeito trabalhou muito pra nós estudarmos... Grande Papai...



Daqui a pouco criam cotas pra OAB, minha prima estudou tanto coitada, todas as amigas delas (brancas) não passaram, ai, com as cotas ela passaria na frente, entraria pela cota “Pobre negra”, ah gente, revolta, ela era a mais inteligente da classe independente da cor...



O preconceito é outra história..., RS. Voltemos à humanidade....



As pessoas estão agressivas demais, exigindo direitos sem deveres...

Sente o Ego, os holofotes sobre, pura e exclusivamente “Elas”.



De uns tempos pra cá, desde que queimaram o índio, lembram-se, a tendência foi piorar, mais, e mais, e mais...



É com desrespeito que tentaremos exigir respeito para conseguiremos algo?



O mundo está virado! Cristo não volta de vergonha!!! (minha mãe odeia quando digo isso kkkk)...



Às vezes a gente encontra um ou outro alguém que ainda tem certos conceitos, respeito, aquela coisa que usamos o termo “Ah, é criado com a Avó”, kkkk ouvi várias vezes isso...

Esse ai vira piada...Até mesmo estas pessoas estão se corrompendo pela massa...

Tão com um pé na fé e outro no mundo...



E eu, ah eu... Eu ainda espero pessoas como o velhinho e a velhinha...



E tem gente assim, assim como eu... Eu sei, é isso que me faz acreditar na vida e seguir...



Que se pisar no pé de alguém pede desculpas, que agradece a Deus mesmo quando tudo esta perdido, que tenta fazer a diferença, mesmo no meio do caos...



É, é tudo “Muderno demais”. A um tempo atrás a TV não tinha nem cor, e hoje não tem nem antenas, os carros já voam no Japão, para aqueles que duvidavam...



É Falcão, eu estou aqui faz tempo, mais tem oras que acho que sou nova aqui...



Moço, peço licença

Eu sou novo aqui

Não tenho trabalho, nem passe, eu sou novo aqui


Eu tenho fé

Que um dia vai ouvir falar de um cara que era só um Zé

Não é noticiário de jornal, não é


Sou quase um cara

Não tenho cor, nem padrinho

Nasci no mundo, sou sozinho

Não tenho pressa, não tenho plano, não tenho dono


Tentei ser crente

Mas, meu cristo é diferente

A sombra dele é sem cruz, dele é sem cruz

No meio daquela luz, daquela luz


E eu voltei pro mundo aqui embaixo

Minha vida corre plana

Comecei errado, mas hoje eu tô ciente

Tô tentando se possível zerar do começo e repetir o play


Não me escoro em outro e nem cachaça

O que fiz tinha muita procedência

Eu me seguro em minha palavra

Em minha mão, em minha lavra



Devaneios de Iara Salvador as 01h:23m...

sábado, 23 de agosto de 2008

A Opção Ideal

Narra uma lenda que um príncipe poderoso caiu em mãos inimigas que decidiram tirar-lhe a vida, condenando-o à forca. Dada sua linhagem nobre, o rei dos inimigos lhe propôs um acordo. Se ele conseguisse decifrar um certo enigma, sua vida seria poupada. Para isso, concedeu-lhe a liberdade de procurar a resposta por três dias. Com a pergunta lhe fervendo na cabeça, o príncipe começou a buscar entre os habitantes do lugar quem o pudesse ajudar a encontrar a solução. A pergunta era: o que mais deseja uma mulher? Ao final do terceiro dia, já desanimado e antevendo sua morte na forca, o príncipe encontrou uma mulher muito feia. Na boca, somente dois dentes. Os cabelos desgrenhados. As vestes sujas. Era chamada por todos, pelo seu aspecto horrível, de bruxa. Ela disse que tinha a resposta. Mas exigia que, tendo salva a vida, ele voltasse e casasse com ela. Não desejando morrer, ele consentiu e ela lhe disse: "o que mais deseja uma mulher é ter soberania sobre a sua vida." Com a resposta, o príncipe teve poupada a sua vida e voltou para casar com a bruxa. Não queria, mas tinha prometido. Triste destino o meu, pensava. Casar com uma bruxa. Entristecido, na noite de núpcias, sentou-se na cama aguardando a noiva de horrível aspecto. Qual não foi sua surpresa quando ela se apresentou belíssima, num vestido branco, com cabelos louros, olhos azuis brilhantes e um sorriso perfeito. Como pode?, Perguntou o príncipe. É que esqueci de lhe falar que durante o dia eu sou bruxa e à noite viro uma linda mulher. Agora, você pode escolher: quer que eu seja bruxa de dia ou de noite? Ele olhou para aquela figura maravilhosa e disse: deixo que você escolha se quer ser bruxa à noite e donzela durante o dia ou o contrário. A noite foi extraordinária. No dia seguinte, ao raiar do sol, o príncipe abriu os olhos e surpreso, viu deitada ao seu lado, a jovem maravilhosa da noite anterior. Como?, Falou ele, você não disse que durante o dia virava bruxa? Meu amor, falou ela, como você deixou que eu decidisse sobre o que quisesse ser e quando quisesse, eu decidi ser donzela de dia e de noite. Lembra que eu lhe falei que o que mais deseja uma mulher é a soberania sobre a sua vida, poder decidir sobre sua própria vida? ................................................ No mundo existem pessoas assim. Fora do lar, no contato com as pessoas são excelentes. Gentis, atenciosas, ponderadas. Basta que adentrem o lar para se tornarem déspotas. Gritam, exigem, magoam. Acreditam que o seu lar é seu reino e ali tudo podem fazer, sem limites. Também existem as criaturas que no campo profissional, no trato social são ríspidas, grosseiras, exigentes em demasia. E, no entanto, com a esposa, os filhos são dóceis, educados, prestativos. O que ser, como ser e quando ser é decisão individual. Mas quando optarmos por sermos bons o dia todo, em todo lugar, com todas as pessoas, o mundo se tornará um lugar muito melhor para viver amar e ser feliz.

E Depois...

E Depois?
O ser humano é o único dotado de razão, por isso é chamado de racional. Ser racional é raciocinar com sabedoria, é saber discernir, é pensar, utilizando o bom senso e a lógica antes de qualquer atitude. Todavia, boa parte de nós não agimos com a sabedoria necessária para evitar problemas e dissabores perfeitamente evitáveis. Costumeiramente, agimos antes e pensamos depois, tardiamente, quando percebemos que os resultados da nossa ação nos infelicita. Paulo, o Apóstolo, que tinha a lucidez da razão, adverte com sabedoria: "tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Quis dizer com isso que tudo nos é permitido, mas que a razão nos deve orientar de que nem tudo nos convém. Do ponto de vista físico, quando comemos ou bebemos algo que nos faz mal, não pensamos no depois, mas o depois é fatal. Se nosso organismo é frágil a certos tipos de alimento, devemos pensar nas conseqüências antes de ingeri-los, mesmo que a nossa vontade diga o contrário. Perguntemo-nos: e depois? Como será depois? Lembremos da gaseificação, do mal estar e de outros distúrbios que advirão. Se temos vontade de fazer uso de drogas, sejam elas socialmente aceitas ou não, pensemos antes no depois. Será que suportarei corajosamente as enfermidades decorrentes desses vícios? Ou será um preço muito alto por alguns momentos de satisfação? Quando sentimos vontade de usar o cartão de crédito, pela facilidade que ele oferece, costumamos pensar no depois? Pensar em como vamos pagar a conta? Quando recebemos o convite das propagandas para o consumo desenfreado, ponderamos racionalmente sobre a necessidade da aquisição, ou compramos antes para constatar, logo mais, que não necessitamos daquele objeto? No campo da moral não é diferente. Quando surgir a vontade de gozar alguns momentos de prazer, pensemos: e depois? Quais serão as conseqüências desse ato que desejo realizar? Será que as suportarei corajosamente, sem reclamar de Deus nem jogar a responsabilidade sobre os outros? Certo dia, conversando com um fiscal aposentado, ouvimo-lo falar a respeito do vazio que sentia na intimidade e da consciência marcada pelos atos inconseqüentes que praticara durante a vida. Buscou, na atividade profissional, tirar proveito de todas as situações. Arranjava tudo com algum "jeitinho" e com muita propina, mas nunca havia pensado no depois. ...E o depois chegou. A velhice o alcançou como alcança as pessoas honestas, mas a sua consciência trazia um peso descomunal, e uma sensação desconfortável lhe invadia a alma. Não conseguia olhar nos olhos dos filhos e netos, sem pensar no quanto havia sido inescrupuloso. Sem pensar no tipo de sociedade que havia construído para legar aos seus afetos. Dessa forma, antes de tomar qualquer atitude, questionemos a nós mesmos: e depois? .............................................. Melhor que resistamos por um momento e tenhamos paz interior, do que gozar um minuto e ter o resto da vida para se arrepender.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

nem tudo que reluz é ouro!

Menino Estrela De todas as coisas que brilham no mundo Poucas brilharam como isto... De onde vem tanta luz? Tanta graça neste sorriso! Sorriso este, que poucas horas do dia aparece... Meio que por acaso, meio sem avisar... Por diversas vezes eu vejo esta luz sem explicação... Não o quanto gostaria... Horas com jeito de criança levada Querendo brincar... Horas mostrando a calma, a doçura da alma! Como uma canção de ninar... Que luz é esta afinal? Que brilha tão intensamente, acelera o coração da gente... Quanto mais chegamos perto... Mais escondida e brilhante ela está... O que será que esconde? Acho que conheci algo estranho... Desajeitado, danado, correto e inconstante... Tem nas palavras todo o acalanto de uma pessoa sábia! Parece até não ter a idade, que tem, ou ser deste universo... Será isso uma luz de outra vida? Ou apenas um menino estrela Pra atrapalhar a vida daqueles que nem na luz acreditam mais...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Gente


Tem gente que tem vergonha das origens...
Vergonha de ser quem é...
Tem gente que ama, odeia...
Tem gente que vive incondicionalmente...
Tem gente que nem vive...
Tem gente que esquece...
Tem gente que se lembra...
Enquanto houver sol...
Enquanto meu coração bater eu vou ouvir sua voz em minha alma
Iaiazinha...
Lamentavelmente todas as pessoas passarão por isso, e eu simplesmente alerto...
A cada vez que deixei de ir a uma balada pra ficar contigo no sofa!
Cada dia que te entreguei o café na cama, a toalha na mão, o pente...
Quando tirava seus sapatos dos pés...
Cada chá que fiz...
Meu amor, é, foi e sempre será incondicionalmente único...

Com vc, não discuto ética, conduta apenas te respeito...
Pela memória...
Um dia nós vamos nos encontrar novamente nego...
Eu te amo.
Saudades Preta!

Meu Lutadorzinho, Olha a covinha deste nanico, um dos sorrisos mais sinceros da minha vida!